Mundo
Itália fará parte do Conselho da Paz de Trump como membro observador
O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, afirmou que a Itália irá fazer parte do Conselho da Paz de Donald Trump, como membro observador.
A informação confirma a declaração da primeira-ministra italiana de domingo sobre o tema, numa entrevista dada ao jornal Corriere della Sera.
A Itália inicialmente recusou fazer parte como membro pleno, devido à incompatibilidade entre a Constituição italiana, que rejeita a guerra como meio de resolução de disputas, e a Carta do Conselho da Paz, que deposita em Trump a adoção de resoluções e diretivas para “implementar a missão” da instituição, em detrimento da resolução de conflitos em sede do Conselho de Segurança da ONU.O país foi convidado para uma reunião do grupo esta semana em Washington, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá anunciar um plano de cinco mil milhões de euros para reconstruir Gaza.
Além disso, a Itália manifestou vontade de treinar as novas forças policiais em Gaza e dos territórios palestinianos.
“Estamos preparados para treinar uma nova força policial em Gaza e estamos também prestados para treinar uma força policial palestiniana”, afirmou Tajani, acrescentando a vontade de “trabalhar para a paz para construir estabilidade no Médio Oriente”.
A Itália inicialmente recusou fazer parte como membro pleno, devido à incompatibilidade entre a Constituição italiana, que rejeita a guerra como meio de resolução de disputas, e a Carta do Conselho da Paz, que deposita em Trump a adoção de resoluções e diretivas para “implementar a missão” da instituição, em detrimento da resolução de conflitos em sede do Conselho de Segurança da ONU.O país foi convidado para uma reunião do grupo esta semana em Washington, onde o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, irá anunciar um plano de cinco mil milhões de euros para reconstruir Gaza.
Além disso, a Itália manifestou vontade de treinar as novas forças policiais em Gaza e dos territórios palestinianos.
“Estamos preparados para treinar uma nova força policial em Gaza e estamos também prestados para treinar uma força policial palestiniana”, afirmou Tajani, acrescentando a vontade de “trabalhar para a paz para construir estabilidade no Médio Oriente”.